A Amazônia já acumula cerca de 2,43 milhões de hectares atingidos pelo fogo em 2026, segundo dados do sistema ALARMES/LASA. A situação ganha ainda mais atenção com a chegada dos últimos meses do ano e a possibilidade de intensificação do El Niño.
Segundo o INPE, há 95% de probabilidade de o fenômeno atingir intensidade muito forte entre outubro e dezembro, cenário que pode favorecer temperaturas mais elevadas e condições mais secas em áreas do centro-norte do Brasil, aumentando o risco de incêndios.
Apesar do avanço do fogo neste ano, 2026 ainda não representa um recorde histórico de área queimada na Amazônia. Em 2024, por exemplo, o bioma enfrentou uma situação muito mais grave, com aproximadamente 15,8 milhões de hectares queimados.
Já em 2025, a área queimada na Amazônia caiu para cerca de 3,1 milhões de hectares, o menor patamar registrado em 41 anos, segundo o MapBiomas.
Com a previsão de condições climáticas mais favoráveis à propagação do fogo, os próximos meses serão decisivos para acompanhar a evolução das queimadas na região.












